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As nossas prioridades
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Portugal confronta-se hoje com uma das crises mais graves desde que se tornou num País democrático.

Esta crise é, porém, diferente das outras – mais complexa, mais ampla e mais profunda. É, antes de mais, uma crise estrutural, interna, em que é a própria independência económica do País que está em causa. É uma crise mais complexa porque nos atinge num momento em que as soluções anteriores, de integração europeia, só por si já não bastam. É mais ampla porque enfrenta uma conjuntura internacional grave. E é mais profunda porque não é apenas uma crise económica – é também uma crise de esperança dos Portugueses, fruto de uma grande crise social, de uma crise de confiança na justiça, de uma crise que encontrou o Governo numa situação de divórcio com as diversas classes profissionais, depois de quatro anos de confrontos e de humilhações inúteis, e de uma crise de credibilidade da política.

O País encontra-se numa encruzilhada: ou reforçamos a democracia, credibilizamos a política e adoptamos as medidas correctas para sairmos da crise em condições de reiniciar o crescimento económico e a convergência com a Europa, com mais justiça social; ou insistimos nos mesmos erros políticos e a crise adensar-se-á, tornando-nos progressivamente mais pobres, com a própria estabilidade social e política ameaçada.

Sabemos, os Portugueses sabem, que é possível fazer muito mais e melhor. Que é necessário, sobretudo, ter um olhar mais atento por quem mais precisa. Sabemos que é necessário ouvir os Portugueses, e o PSD ouviu-os. Agora, é tempo de fazer.

A actual situação não é uma fatalidade. Ela é fruto das promessas apresentadas em catadupa e não cumpridas, de iniciativas avulsas sem uma visão estratégica adequada, da propaganda ofuscante e do condicionamento das liberdades, ou, ainda, de apenas se “atirar” dinheiro para cima dos problemas, endividando ainda mais o País. A actual situação é o resultado de uma política de duplicidade e de fingimento, de uma política que tem os seus responsáveis no governo socialista.

Precisamos de políticas correctas, de prioridades claras e de soluções exequíveis.

É importante definir prioridades e afirmar sem receios onde é necessário romper com os erros do passado. Há que ser transparente nas escolhas políticas. De pouco adianta prometer fazer tudo ao mesmo tempo. É, sobretudo, com todos os Portugueses que vamos conseguir alterar o actual estado das coisas. E só uma Política de Verdade é compatível com a afirmação clara das prioridades.

São as seguintes as nossas prioridades:

  • Economia: criar condições para aumentar o emprego e para retomar o crescimento e a convergência com a União Europeia são os nossos objectivos centrais. Recuperar a competitividade e eliminar ou reduzir os obstáculos que têm impedido o nosso desenvolvimento são premissas não só para atingir aqueles objectivos, como para pôr em prática as nossas políticas.
  • As Questões Sociais e a Solidariedade: aumentar a coesão social é fundamental, a par da necessidade imperiosa de se acudir aos problemas mais prementes da pobreza e das desigualdades. Prioritárias são as pessoas e as famílias. Não nos serve um desenvolvimento que não se alicerce no bem-estar social, que passa também por uma maior acessibilidade aos serviços de saúde.
  • Justiça: recuperar a confiança no sistema judicial e garantir a sua eficácia é uma das metas do PSD para a próxima legislatura. Trata-se de um investimento decisivo, sob pena de todo o tecido económico e social se esboroar. A justiça é o primeiro pilar da garantia e defesa das liberdades.
  • Educação: a educação é a base do livre desenvolvimento da pessoa, o alicerce de todo o nosso desenvolvimento económico, social e cultural. O combate ao facilitismo e a recuperação do prestígio dos professores serão linhas mestras do nosso programa de acção.
  • Segurança: é fundamental o reforço da autoridade do Estado, uma efectiva política de prevenção e a melhoria da coordenação dos meios de combate à criminalidade. Sem segurança não há liberdade.

Para cada uma destas áreas prioritárias, identificamos a verdade e o problema central, que impede o nosso desenvolvimento económico e social. Em resposta, apontamos o caminho a seguir, que é o nosso compromisso.

Depois das políticas nestas áreas prioritárias, expomos as nossas outras políticas, numa divisão que não obedece a uma hierarquia de importância, mas antes a um critério de urgência. Trata-se de domínios tão diversos e relevantes como o sistema político e a revisão constitucional, a defesa nacional, as relações externas, as comunidades portuguesas, as autonomias regionais e as autarquias locais, a administração pública, o ambiente e recursos naturais, o ordenamento do território e a política de cidades, a ciência, a sociedade da informação e do conhecimento, a cultura, a juventude, o desporto e a defesa do consumidor.

Manuela Ferreira Leite
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